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sure grip
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O que é sure grip e para que serve na proteção do concreto

No estudo de sure grip, a análise deve reunir dados sobre o agente de exposição, a condição do concreto, a compatibilidade do revestimento e a preparação do substrato, de acordo com o uso previsto para a área.

Na definição das prioridades de intervenção, o planejamento ganha consistência ao integrar necessidade do cliente, diagnóstico do local, segurança, organização e viabilidade de execução, mantendo coerência entre necessidade, execução e manutenção.

Sure grip, neste contexto, não se refere a aderência esportiva, acessórios de patinação ou produtos de grip para uso recreativo.

Na proteção de estruturas, sure grip é entendido como uma solução de impermeabilização termoplástica aplicada ao concreto para formar um revestimento protetor com foco em resistência à corrosão, flexibilidade e aumento da vida útil da estrutura.

Resposta curta: sure grip é um impermeabilizante termoplástico instalado sobre estruturas de concreto para protegê-las contra corrosão, infiltrações, exfiltrações e degradação em ambientes industriais ou comerciais sujeitos a umidade, agressividade química, impacto e desgaste operacional.

A função principal do sistema é combinar a robustez do concreto com as vantagens de um revestimento termoplástico.

Na prática, a solução atua como uma camada de proteção que ajuda a reduzir a exposição direta do substrato de concreto a agentes agressivos, contribuindo para estruturas mais duráveis, com menor necessidade de intervenções corretivas quando o projeto, a instalação e a manutenção são adequadamente avaliados.

Entre os atributos técnicos associados ao sure grip estão a fixação mecânica segura à estrutura de concreto, a elasticidade para acompanhar movimentações e transpor fissuras, a ductilidade, a resistência a impactos e ao cisalhamento, além da resistência à corrosão em ambientes mais exigentes.

Por isso, a escolha do sistema deve considerar o tipo de exposição da estrutura, a presença de umidade, o risco de ataque químico, a rotina de limpeza e as condições de operação do local.

Aplicações comuns da impermeabilização termoplástica em concreto incluem:

  • Áreas industriais sujeitas à corrosão e degradação do concreto;
  • Estruturas em indústrias de bebidas, alimentos, farmacêuticas, químicas e sucroalcooleiras;
  • Locais em que a prevenção de infiltrações e exfiltrações é relevante para a operação;
  • Ambientes que exigem superfícies protegidas, duráveis e de fácil limpeza;
  • Estruturas comerciais ou residenciais de maior porte, como shopping centers e condomínios, quando houver necessidade técnica de proteção do concreto.

A Venturini Engenharia atua desde 2006 em projetos, obras, execução e manutenção para diferentes setores da construção civil, com presença em segmentos industriais como bebidas, alimentos, farmacêuticas e sucroalcooleiras.

Essa experiência é importante porque a instalação de um revestimento protetor para concreto não deve ser tratada como uma aplicação genérica: cada ambiente exige avaliação técnica sobre o substrato, o nível de agressividade, a operação da área e o objetivo da proteção.

Para definir se o sure grip é a solução adequada, o mais indicado é realizar uma análise técnica da estrutura de concreto e das condições de uso.

A partir dessa avaliação, a Venturini Engenharia pode orientar a melhor forma de aplicação, considerando o desempenho esperado, a segurança da estrutura e as necessidades específicas do cliente.

Em estruturas expostas a umidade, agentes corrosivos, impacto, abrasão operacional e variações de temperatura, a escolha do revestimento protetor não deve ser tratada apenas como acabamento.

No contexto industrial, o sure grip atua como um impermeabilizante termoplástico aplicado para proteger o concreto, contribuindo para reduzir riscos de corrosão, infiltrações, exfiltrações e degradação progressiva da estrutura.

Principais benefícios técnicos

  • Resistência à corrosão em ambientes agressivos: o revestimento termoplástico cria uma camada de proteção sobre o concreto, sendo especialmente relevante em áreas sujeitas a agentes que podem acelerar a deterioração da estrutura.

    Isso pode ser importante em indústrias de bebidas, alimentícias, farmacêuticas, químicas e sucroalcooleiras, onde umidade, processos de limpeza, contato com substâncias e operação contínua exigem maior atenção à proteção das superfícies.

  • Elasticidade para transpor fissuras: a alta elasticidade do sistema contribui para acompanhar movimentações e transpor fissuras, reduzindo pontos vulneráveis por onde a umidade ou agentes agressivos poderiam avançar.

    Esse critério é relevante quando o concreto já está sujeito a movimentações, vibrações, variações térmicas ou solicitações operacionais.

  • Ductilidade e adaptação ao comportamento do concreto: por combinar características dos termoplásticos com a robustez do concreto, a solução favorece uma proteção mais compatível com estruturas que precisam manter desempenho ao longo do uso.

    Em vez de considerar apenas a rigidez do revestimento, a análise deve observar como ele se comporta diante de deformações, impactos e solicitações do ambiente.

  • Resistência a impactos e ao cisalhamento: em áreas industriais e comerciais, superfícies de concreto podem ser expostas a tráfego, movimentação de cargas, equipamentos, manutenção operacional e impactos localizados.

    A resistência a impactos e ao cisalhamento ajuda a preservar a integridade do revestimento protetor, desde que a especificação e a instalação sejam compatíveis com o tipo de uso.

  • Redução de riscos de infiltrações e exfiltrações: ao atuar como barreira de proteção, o sistema pode ajudar a evitar a passagem indesejada de líquidos para dentro ou para fora da estrutura.

    Esse ponto é relevante tanto para a preservação do concreto quanto para a proteção ambiental, especialmente em locais onde a contenção e o controle de líquidos fazem parte da rotina operacional.

  • Baixa manutenção e facilidade de limpeza: superfícies protegidas por revestimentos adequados tendem a ser mais simples de limpar e acompanhar em inspeções periódicas.

    Em indústrias de alimentos, bebidas e farmacêuticas, por exemplo, a facilidade de limpeza deve ser considerada junto com as exigências do ambiente, os procedimentos internos e a avaliação técnica do substrato.

  • Aplicação em ampla faixa de temperatura: a possibilidade de aplicação em diferentes condições térmicas amplia a adequação do sistema a variados ambientes operacionais.

    Ainda assim, a escolha deve considerar as condições reais do local, o estado do substrato de concreto e as solicitações previstas durante a operação.

  • Eficiência operacional pela proteção preventiva: quando bem especificado e instalado, o revestimento protetor contribui para preservar a estrutura e reduzir intervenções corretivas recorrentes.

    Em condomínios residenciais e shopping centers, esse benefício pode estar ligado à proteção de áreas técnicas, reservatórios, contenções ou superfícies sujeitas à umidade, sempre mediante avaliação técnica.

Comparativo qualitativo de desempenho

Critério de análise Concreto sem proteção adequada Revestimento termoplástico bem especificado
Exposição à umidade Maior vulnerabilidade a infiltrações e degradação Barreira protetora para reduzir a passagem de líquidos
Ambientes corrosivos Risco ampliado de deterioração do concreto Maior resistência à corrosão quando compatível com o ambiente
Fissuras e movimentações Pontos frágeis podem permitir entrada de agentes agressivos Elasticidade auxilia na transposição de fissuras
Impactos e cisalhamento Superfície pode sofrer desgaste acelerado Revestimento contribui para maior proteção mecânica
Limpeza e conservação Pode exigir mais atenção em áreas degradadas ou porosas Superfície protegida tende a facilitar limpeza e manutenção
Operação industrial Maior risco de paradas corretivas por degradação estrutural Proteção preventiva favorece eficiência operacional

Critérios para escolher o sistema correto

A decisão pelo revestimento termoplástico deve partir de uma análise técnica do ambiente.

Não basta identificar que existe umidade ou desgaste: é necessário entender a combinação de fatores que atuam sobre o concreto.

Os principais critérios de avaliação incluem:

  • Tipo de exposição química ou corrosiva;
  • Presença de umidade constante, lavagem frequente ou contato com líquidos;
  • Risco de abrasão, impacto ou cisalhamento;
  • Existência de fissuras, movimentações ou juntas críticas;
  • Necessidade de facilidade de limpeza;
  • Temperatura de operação e condições de aplicação;
  • Impacto de infiltrações ou exfiltrações na segurança, na operação e no meio ambiente.

É nesse ponto que a adaptação às necessidades específicas de cada cliente se torna decisiva.

Em indústrias de bebidas, alimentos, farmacêuticas, químicas e sucroalcooleiras, o foco costuma estar na proteção contra corrosão, umidade, degradação do concreto e facilidade de higienização.

Em condomínios residenciais e shopping centers, a atenção pode recair sobre áreas técnicas, locais sujeitos a infiltrações, superfícies de concreto expostas à umidade e pontos onde a manutenção preventiva evita danos mais complexos.

Por isso, o benefício real do sure grip não está apenas no material aplicado, mas na correta leitura do ambiente, na preparação do substrato, na execução especializada e nas recomendações de manutenção adequadas ao uso da estrutura.

Planejar a instalação de um sistema de sure grip em concreto exige mais do que escolher um revestimento protetor.

A decisão deve começar pelo entendimento do ambiente, do estado do substrato de concreto e dos riscos operacionais que podem comprometer a durabilidade da estrutura, como umidade, corrosão, fissuras, impactos, cisalhamento, infiltrações e exfiltrações.

Em ambientes como indústrias de bebidas, alimentícias, farmacêuticas, químicas, sucroalcooleiras, condomínios residenciais e shopping centers, a especificação deve considerar não apenas a proteção do concreto, mas também a rotina de operação, limpeza, manutenção e sustentabilidade da estrutura.

Checklist de avaliação antes da contratação

Antes de definir a instalação do impermeabilizante termoplástico, vale organizar uma análise técnica com os seguintes pontos:

  • Diagnóstico do substrato de concreto: verificar se há fissuras, desgaste superficial, sinais de corrosão, umidade recorrente, falhas de impermeabilização anterior ou pontos vulneráveis a infiltrações.
  • Mapeamento do ambiente de exposição: identificar se a estrutura está sujeita a agentes químicos, variações de temperatura, abrasão, impactos, tráfego operacional, lavagem frequente ou contato constante com líquidos.
  • Função da área tratada: entender se o concreto protege tanques, pisos, canaletas, áreas de contenção, estruturas produtivas ou regiões com exigência maior de limpeza e controle sanitário.
  • Risco de infiltração e exfiltração: avaliar se há possibilidade de entrada de água na estrutura ou saída de líquidos para o ambiente externo, ponto importante para desempenho operacional e proteção ambiental.
  • Compatibilidade com a operação existente: planejar a execução considerando acesso à área, interferências com rotinas industriais, necessidade de preparação do local e cuidados posteriores.
  • Critérios de manutenção: definir como serão feitas inspeções visuais, limpeza, acompanhamento de desgaste e acionamento de manutenção preventiva ou corretiva.
  • Adequação à necessidade real do cliente: validar se o revestimento termoplástico é a solução mais coerente para o nível de agressividade, umidade, corrosão e solicitação mecânica do ambiente.
  • Execução especializada: confirmar que a instalação será conduzida com avaliação técnica, preparo adequado da superfície e orientação compatível com a finalidade da estrutura.

Passo a passo conceitual para um planejamento seguro

  1. Levantamento da condição atual da estrutura
    O primeiro passo é compreender o histórico e o estado do concreto.

    Fissuras, regiões com desprendimento, presença de umidade, degradação superficial e pontos de corrosão indicam que a instalação precisa ser planejada com atenção ao preparo do substrato.

  2. Análise do ambiente industrial ou comercial
    Cada setor apresenta solicitações diferentes.

    Em indústrias de bebidas e alimentos, por exemplo, a facilidade de limpeza e a resistência à umidade podem ter grande peso.

    Em indústrias químicas e sucroalcooleiras, a atenção tende a se concentrar em ambientes agressivos e risco de corrosão.

    Em condomínios e shopping centers, a avaliação pode envolver durabilidade, manutenção e proteção de áreas sujeitas a uso contínuo.

  3. Definição da solução conforme exposição e operação
    O sure grip deve ser analisado como parte de um sistema de proteção, não como uma aplicação isolada.

    A decisão técnica precisa considerar fixação mecânica, elasticidade, resistência a impactos, capacidade de transpor fissuras e comportamento esperado diante das condições do local.

  4. Planejamento da execução
    A instalação deve ser organizada para reduzir interferências, respeitar as necessidades do cliente e permitir que o revestimento protetor seja aplicado sobre uma base devidamente avaliada.

    Não é recomendável definir prazos, etapas finais ou condições comerciais sem uma análise específica do local.

  5. Orientação de manutenção
    Após a instalação, a manutenção deve priorizar inspeções periódicas, identificação precoce de danos, limpeza compatível com o ambiente e avaliação técnica quando houver impactos, fissuras novas, alteração de uso da área ou sinais de infiltração.

Cuidados de manutenção após a instalação

A manutenção do revestimento protetor deve ser pensada como uma estratégia de preservação da vida útil da estrutura.

Em vez de atuar apenas quando o problema aparece, a recomendação é acompanhar o comportamento do sistema ao longo da operação.

Boas práticas incluem:

  • Realizar inspeções visuais em pontos sujeitos a impacto, abrasão ou contato frequente com líquidos;
  • Observar alterações no concreto ou no revestimento, como fissuras, descolamentos aparentes, perfurações ou desgaste localizado;
  • Manter rotinas de limpeza adequadas ao tipo de ambiente, sem presumir métodos específicos sem orientação técnica;
  • Registrar ocorrências operacionais relevantes, como impactos, vazamentos ou mudanças no processo produtivo;
  • Solicitar avaliação especializada quando houver dúvida sobre a integridade do sistema;
  • Revisar o plano de manutenção sempre que a área mudar de função, carga operacional ou exposição química.

Esse cuidado é especialmente importante porque a proteção contra infiltrações e exfiltrações pode contribuir para a sustentabilidade da operação, reduzindo riscos de degradação do concreto e de interação inadequada entre líquidos, estrutura e ambiente.

A indicação depende de avaliação técnica do ambiente, do substrato e da operação.

O desempenho esperado depende das condições do concreto, do tipo de exposição, da agressividade do ambiente e da finalidade da estrutura.

Não há base técnica segura para estimar esses pontos sem diagnóstico.

Inspeções, limpeza adequada e avaliação de danos continuam sendo importantes para preservar a proteção do concreto.

Fissuras, umidade, degradação, contaminações superficiais e falhas anteriores podem exigir preparação ou correção antes da instalação.

A análise deve considerar o contexto de uso e os riscos específicos da operação.

Para planejar a instalação e a manutenção do sistema com segurança, o ideal é solicitar uma avaliação técnica da estrutura.

A Venturini Engenharia pode analisar o ambiente, o substrato de concreto, os riscos de corrosão e umidade, as necessidades operacionais e as recomendações de manutenção mais adequadas ao contexto do cliente, sem depender de estimativas genéricas ou expectativa não verificadas.

Converse com a Venturini Engenharia

Se a sua empresa está avaliando sure grip, entre em contato para apresentar as condições do local, as necessidades de uso e as prioridades do projeto.

A equipe pode conversar sobre o escopo e orientar uma avaliação técnica compatível com a operação, sem substituir o levantamento específico da área.

Perguntas frequentes sobre o serviço

Por que envolver uma empresa com experiência em projeto, execução e manutenção?

Porque a escolha do revestimento não depende apenas do material, mas da integração entre diagnóstico, especificação, execução e acompanhamento.

A solução contribui para sustentabilidade?

Pode contribuir quando ajuda a prevenir infiltrações e exfiltrações, reduzindo riscos de degradação estrutural e de passagem indesejada de líquidos para o ambiente.

Como saber se o substrato de concreto está pronto para receber o revestimento?

A condição do substrato deve ser verificada tecnicamente.

A manutenção é complexa?

O sistema é descrito como uma solução de baixa manutenção, mas isso não elimina a necessidade de acompanhamento.

É possível definir preço ou prazo sem visita técnica?

Para uma decisão responsável, preço, prazo e condições de execução devem ser avaliados diretamente com a empresa, considerando as características do local e o escopo real do serviço.

O sure grip serve para qualquer estrutura de concreto?

Não é adequado afirmar isso sem análise caso a caso.

Quando considerar a instalação de um revestimento termoplástico no concreto?

A solução deve ser considerada quando a estrutura exige proteção contra corrosão, umidade, fissuras, impactos, cisalhamento, infiltrações ou exfiltrações.

Como iniciar a avaliação de sure grip?

O primeiro passo é reunir informações sobre o ambiente, o uso previsto, as condições existentes e as restrições de acesso ou operação.

Quais aspectos precisam ser considerados?

O estudo deve observar materiais, segurança do trabalho, interferências, manutenção, normas aplicáveis e compatibilidade com a rotina do local.

A solução é igual para todos os ambientes?

A solução varia conforme as características da área, o setor atendido e os requisitos técnicos identificados no levantamento.

Para saber mais sobre sure grip

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